quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Sobre amar e partir.



"Calmamente ela desistia das pessoas. E com o passar do tempo, e quanto mais o sol nascia na sua janela, mais calmante ela desistia. Na impossibilidade de não amanhecer todos os dias, mansamente ela vivia. Aprendia todos os dias a suavemente desistir, sabiamente desistir de tudo o que resiste, ou deseja com fraqueza. Por que ela acreditava que amor não se pede e então, se tivesse que pedir, partia. 

E ao longo dos dias que se sucediam ela ia ganhando o ar sereno daqueles que sabem desistir em paz. Aprendeu com o tempo a usar sua força naquilo que valia a pena. E se alguém por ventura quisesse ficar, então ela amava. Amava intensamente. Amava com a força daqueles que não desistem nunca daquilo que quer estar."

Andréa Beheregaray.

terça-feira, 30 de julho de 2013

terça-feira, 9 de julho de 2013


ou

que todos os momentos de raiva e frustração não me impeçam de seguir tentando e acreditando

segunda-feira, 8 de julho de 2013

quinta-feira, 4 de julho de 2013

tão difícil lidar


A mulher é o reflexo do seu homem

esse "texto" tem circulado por aí dizendo ser do Brad Pitt, sei lá se de fato o é, sei que faz todo sentido.

“A minha mulher adoeceu. Estava constantemente nervosa por causa dos seus problemas no trabalho, vida pessoal e das suas falhas e problemas com os nossos filhos. Perdeu cerca de 13 quilos e pesava pouco mais de 40 quilos aos 35 anos. Ficou demasiado magra e chorava constantemente. Não era uma mulher feliz. Tinha dores de cabeça constantes, dores no peito e tensão muscular nas costas. Não dormia bem, adormecia somente de madrugada e cansava-se muito durante o dia. A nossa relação estava à beira da ruptura. A sua beleza começava a abandoná-la. Tinha papos debaixo dos olhos, andava sempre desgrenhada e parou completamente de cuidar de si. Recusava trabalhar no cinema e rejeitou vários papéis. Perdi a esperança e pensava que nos divorciaríamos em breve… Foi então que decidi tomar algumas medidas. Afinal, eu tenho a mulher mais bonita do mundo. Ela é a mulher ideal para metade dos homens e mulheres do planeta e eu era o único a ter o privilégio de adormecer ao seu lado e de poder abraçá-la. Comecei a mimá-la com flores, beijos e muitos elogios. Surpreendia-a e tentava agradá-la em todos os momentos. Enchi-a de presentes e comecei a viver apenas para ela. Só falava em público a seu respeito e relacionava todos os assuntos com ela, de alguma forma. Elogiei-a a sós e em frente a todos os nossos amigos. Podem não acreditar, mas ela começou a renascer, a florescer… Tornou-se ainda melhor do que era antes. Ganhou peso, deixou de andar nervosa e ama-me ainda mais do que antes. Eu nem sabia que ela podia amar tão intensamente. E então percebi: ‘A mulher é o reflexo do seu homem”.

quinta-feira, 27 de junho de 2013


mais um amigo distante que se vai, e a única pergunta que fica é: quantas pessoas é preciso perder pra aprender a dar valor a quem se tem do lado?
já dizia William Shakespeare "(...) aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam(...)" e, ainda no mesmo texto, "(...) descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos(...)".
e eu novamente me pergunto quantas pessoas é preciso perder pra aprender a dar valor a quem se tem do lado?

RIP Sandro.

terça-feira, 18 de junho de 2013

e por falar em manifestação....



em meio as manifestações acontecendo pelo Brasil e pelo mundo, não iria eu bancar a indiferente.
mas não venho aqui para tratar de manifestos sociais - ao menos em parte; venho para falar sobre as manifestações que venho vivenciando desde o momento em que decidi (finalmente!) me relacionar com alguém e declarar, com frequência, o que sinto por ele em nossas redes sociais.
pois bem, a essa altura todos imaginam que venho falar de amor... sinto decepcionar, mas o assunto do dia é INVEJA, zica, olho gordo, ou como cada um preferir denominar.
não é de hoje que minhas redes sociais são bombardeadas de mensagens de gente que simplesmente não tem o mínimo senso de amor próprio (ou de cuidar do próprio rabo) tentando minar o meu namoro com intrigas, mentiras, enfim... após passar meio dia pensando em milhares de coisas que justificariam tais atitudes, a conclusão que chego é a de que sim, existe muita gente invejosa nesse mundo (embora eu sempre tentei crer que não) e algumas delas não medem esforços para atingir - e derrubar - umas às outras; e se tais pessoas sentem inveja de você é porque você certamente está em uma situação melhor do que ela (afinal,
quem sente inveja de mendigo, doente, desempregado, gente mal comida?)
logo, quero deixar aqui minha declaração de que você - cara pessoa desocupada que tenta plantar discórdia no meu relacionamento - tem toda a razão em sentir inveja, afinal, não é toda mulher que tem a sorte que eu tenho em encontrar um homem de verdade pra construir a vida; que divide as alegrias e as tristezas; que compra chocolate toda vez que percebe que o seu anticoncepcional acabou; que deita no colo quando precisa de um carinho e te coloca no dele todo dia quando chega do trabalho; um marido que extrapola o limite da amizade, do companheirismo, da lealdade; que sabe te fazer sorrir, mesmo com o mundo em desacordo...
realmente eu entendo você, mas também sinto pena e desejo que você, assim como eu, tenha essa sorte algum dia, mas acredite, não vai ser zicando os outros que você vai chegar a algum lugar.

sexta-feira, 31 de maio de 2013


em um mundo em que todo mundo que adora criticar/ofender se esconde atrás do anonimato/perfil fake, quem se mostra é rei... porque sinceramente, se você não tem a dignidade de mostrar a "cara", você não vale o "excluir" do moderador.
sempre fui nerd quando o assunto se trata de redes sociais, todas elas nunca são o suficiente pra mim; sempre amei livros, fotografia, música e escrever; sempre precisei de um espaço onde pudesse extravasar todo exagero de sentimento que me sufoca, sem nunca precisar de um blog/facebook/tumblr/ask.fm/twitter pra pisar em ninguém; sempre precisei de um mundo meu, onde conseguisse exprimir o que minha mãe e irmã chamam de "drama"... sempre senti demais, amei demais, sofri demais, gostei demais (ou simplesmente não senti, não amei, não sofri, não gostei) e por isso não dou o direito há quem quer que seja que tente bagunçar o meu mundo, seja ele real ou virtual.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

"Se você vai tentar, vá até o fim
caso contrário, nem comece"


- Charles Bukowski - 



porque acho um saco essa gente que brinca de esconde-esconde

domingo, 26 de maio de 2013

"Você tem mais é que comer muita mulher, mulheres bonitas. E escrever uns poemas de amor decentes. Não se preocupe com a idade ou... com os novos talentos, apenas beba mais cerveja. Mais e mais cerveja. Veja o futebol uma vez por semana, escolhe o time que ganha, se possível. Aprender a ganhar é foda, qualquer porção pode ser um bom perdedor. E não se esqueça de Brahms, de Bach e do teu trago. Não faça muito exercício, durma até o meio-dia. Evite cartões de crédito ou pagar qualquer coisa no dia. Lembre-se: não existe um cu nesse mundo que vale mais do que cem pila. E se você tiver a capacidade de amar, ame primeiro a si mesmo. Mas sempre tenha na cabeça a possibilidade de derrota total, mesmo que a razão dessa derrota seja certa ou errada. Um gostinho de morte cedo não é necessariamente uma coisa ruim. Fique longe de bares, igrejas, museus. Faça como a aranha: seja paciente. O tempo é a cruz de todo mundo mais derrota, traição, solidão. Toda essa sujeira, fique com a cerveja. Cerveja é sangue contínuo, um amor contínuo. Pegue uma boa caneta e um papel, enquanto o mundo acontece, fora da tua janela, risca nele, risca nele com força. Como se fosse uma luta de pesos pesados, faça como o touro no seu primeiro ataque. E lembre-se dos velhões que lutaram tão bem. Hemingway, Dostoievski...se você acha que eles não enlouqueceram em quartos minúsculos, como o que você ta fazendo agora, sem mulheres, sem comida, sem...sem esperança. Beba mais cerveja, ainda da tempo. E se não der, tá tudo bem."
- Charles Bukowski - 

sexta-feira, 24 de maio de 2013

o estranho ao lado




tantas histórias em novelas, filmes e na vida real que remetem a apenas uma constatação: a gente nunca conhece quem dorme ao nosso lado!
depois da cena épica de ontem (23/05) na novela das 21:00 em que a mulher do cara lindo, inteligente, dono de uma dicção sem igual descobre que o "estranho" que dorme ao seu lado é, na verdade, gay, até cheguei a pensar que a vida real não imita tanto a "arte"... eis que hoje, ao acessar uma de minhas redes sociais, me declaro com a notícia da separação de uma amiga pois, segundo ela, o "maridão" além de ser agressivo, é gay.
impossível, depois disso, não constatar que a gente leva uma vida pra conhecer a pessoa com a qual decidimos juntar as escovas de dente, e mesmo assim, depois de um tempo pode se assustar quando percebe que, na verdade, não sabe nada daquele ser.
fato é que em algum momento os nossos sensores de encrenca ficam ofuscados pela beleza que se apresenta e passamos a correr o sério risco da cegueira do encantamento, que, aliada a uma pessoa que sabe enganar, encenar, é prato feito pra decepção.

ask.fm

coisas de uma sexta-feira fria e cheia de nada por fazer

Compartilhando meu ask.fm
"Olha, me desculpa a franqueza, mas não quero saber o que você pensa. Se eu quiser certamente vou te perguntar. Mas não precisa dar uma de amigão do peito, limpar a garganta e começar a falar tudo que você acha certo e errado na minha vida. Já sou maior de idade, minha carteira de vacinação está em dia, sei que tudo tem uma ação e reação. Guarda toda essa energia para melhorar o que está desencaixado dentro de você. Deixa que de mim eu sei."
 - Clarissa Corrêa -



quarta-feira, 22 de maio de 2013

so don't come back for me



Dear, it took so long just to feel alright
Remember how to put back the light in my eyes
I wish I had missed the first time that we kissed
Cause you broke all your promises
And now you're back
You don't get to get me back

And who do you think you are?
Running around leaving scars
Collecting your jar of hearts
And tearing love apart
You're gonna catch a cold
From the ice inside your soul
So don't come back for me
Don't come back at all


"É pena que você pense
Que eu sou seu escravo
Dizendo que eu sou seu marido
E não posso partir
Como as pedras imóveis na praia
Eu fico ao seu lado sem saber
Dos amores que a vida me trouxe
E eu não pude viver (...)"
ah Raul....



sexta-feira, 5 de abril de 2013

vem chegando mais um 7 de abril, com ele comemoro mais um ano de vida em meio ao caos que se apresenta; mais um ano de vida meu, um ano de vida a menos de alguém importante.
inicia-se uma nova fase, encerram-se ciclos e permanece a certeza de que nada jamais será estático. momento de agradecimento, não somente pelo 26 anos, mas pelos que vieram, que foram, que ainda estão por vir; pelos planos, todos modificados, que têm se tornado a melhor surpresa desses 26. de torcida pelo que ainda precisa se ajeitar. de pedidos, muitos pedidos, especialmente de que a paciência e a sabedoria continuem a ser testadas e assim adquiridas; de que a vida tome um rumo ao menos 50% certo; que a luta não faça desistir; que os pensamentos acalmem e o choro se mantenha seguro; que ainda exista o que surpreenda...

quarta-feira, 3 de abril de 2013

das coisas doi(í)das da vida



uma história linda, sem happy ending


"Na época casados há cinco meses, Jennifer descobriu um câncer de mama e se submeteu a um tratamento quimioterápico que durou cinco anos. Durante todo esse tempo, Angelo ficou do lado dela, fotografou a luta da amada e disponibilizou as imagens em um projeto chamado The Battle We Didn´t Choose – My wife’s fight with breast cancer (em português, “A batalha que nós não escolhemos – A luta da minha esposa contra o câncer de mama). Infelizmente, o final da história não é como nos filmes de Hollywood."

retirado do Casal Sem Vergonha

segunda-feira, 1 de abril de 2013

domingo, 31 de março de 2013

aviso aos tripulantes I


"Será que acham realmente que psicólogo não chora? Não sofre? Não fica bravo? Não se descontrola? Enfim, que não é humano? Sinto muito decepcionar, mas um curso de graduação não me tira a essência humana. Não me isenta de sofrer, não me imuniza contra qualquer tipo de problema a que os humanos estão sujeitos.
Eu tenho algumas hipóteses para explicar esse fenômeno. Uma delas é um possível resquício, digamos, antigo de um tempo em que a religião e o misticismo imperavam (não que isso ainda não aconteça). Quando tinham problemas, as pessoas iam atrás de magos, pajés, xamãs, sábios, gurus, oráculos ou algo que o valha, que eram exemplos, encarnações do bom espírito.

Os tempos mudaram (Foucault falou melhor sobre isso) e estamos em um mundo em que os especialistas, principalmente médicos e psicólogos, substituíram essas figuras. O que um curso de medicina ou de psicologia faz com uma pessoa? Será que nos 5 ou 6 anos passamos de reles mortais imperfeitos a deuses detentores da verdade e do equilíbrio supremo? Tiram minha condição humana e me põem uma alma endeusada?
É muito comum, quando falo que sou estudante de psicologia, as pessoas me fazerem perguntas escabrosas, que vão desde “Qual é o seu problema? Porque dizem que quem faz psicologia algum problema tem...” até “Ah, então olha aquele ali e me diz o que ele tem, como ele é, o que acha de mim...”.

Respondendo à primeira questão: Sim, tenho vários problemas, como qualquer um. Se algum deles contribuiu para eu gostar de psicologia eu não sei, talvez. E olhando para a minha classe, que tem 70 pessoas, tudo o que eu vejo são... pessoas. Cada um é de um jeito, cada um se veste de uma maneira, tem um jeito de pensar, de agir, cada um tem suas dificuldades e qualidades, assim como em qualquer outra sala de aula de qualquer outro curso. Se psicólogos tem mais problemas psicológicos do que as outras pessoas, eu não sei, e nunca vi pesquisa que apontasse para esse tipo de coisa.
Também é popular achar que psicólogos são “loucos”. Olha, para mim isso também vem junto com a idéia de que é um curso de magia ou coisas ocultas, que só uns maluquinhos podem entender e gostar. Ou então, minha hipótese preferida, é que as pessoas esperam um comportamento tão exemplar e maravilhoso do psicólogo, que qualquer coisinha que ele faça - que em qualquer outro mortal não causaria estranheza – é algo muito grande, digno de um louco.
E quanto à segunda questão, não, eu não leio mentes. Nosso curso não ensina como bater os olhos em alguém e, como uma “máquina de raios x mental” (rs, me perdoem a comparação), eu tirar um relatório completo sobre personalidade, problemas emocionais, tiques, comportamentos recorrentes, coisas desse tipo.

Dentro disso tudo eu também vejo uma outra coisa, que é a falta de informação. Não sei como é em outros países, mas aqui no Brasil a população é muito pouco estudada, e pouco propícia a ler divulgações científicas, segundo a Fapesp. Na minha opinião, as pessoas definitivamente não sabem o que é psicologia. Não sabem o que eu estudo. Ah, e muitos acham que eu nem estudo, e que meu curso é moleza. Já ouvi de um familiar “Ah, você é tão estudiosa, achei que você ia para a ciência, não para a psicologia...”. Por essas e outra que eu acho mais digno me auto-intitular de pesquisadora ou cientista, porque eu tenho vergonha (e medo!) de falar que sou psicóloga. 

E o que mais me irrita: “Nossa, você como psicóloga agiu desse jeito? Perdeu a cabeça?? Que horror!”. Definitivamente, eu vou tirar um diploma de psicóloga e não de bom-exemplo-perfeito-supremo!!! Estudar certas emoções, certos comportamentos, não me torna vacinada contra absolutamente nada. A única diferença, talvez, seja que eu possa perceber um pouco mais rápido o que está acontecendo e tentar me tratar, mas ainda assim sabemos o quanto é difícil enxergar as coisas quando acontecem em nós mesmos. Portanto, se as pessoas acham que vão encontrar no psicólogo aquele que consegue colocar em prática certas “coisas” que fazem com que seja uma pessoa perfeita, estão muito enganados. Vão encontrar pessoas. Ainda não temos robôs exercendo essa função. E isso não tira, na minha opinião, a validade da profissão."

descaradamente roubado de http://cienciaemente.blogspot.com.br

sábado, 30 de março de 2013



"Arrume a cama, o cabelo, o emprego, os estudos e depois – se der tempo entre um seriado ou outro – arrume um amor."

(Hugo Rodrigues)



"Eu prometo ser seu porto seguro e guardar no fundo do meu coração nossa união e você. Prometo amá-lo fielmente, renunciando a todas os outros, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, não importa o rumo que nossa vida tomar. Eu o respeitarei, e confiarei em você. Partilharei das suas alegrias e tristezas, e o confortarei quando preciso. Prometo cuidar de você, apoiar suas esperanças e seus sonhos. Tudo que é meu agora passa também a ser seu. Dou-lhe minha mão, meu coração e meu amor a partir deste momento, até que a vida nos separe."


adaptado de Cinquenta tons de liberdade



 ♥

e tudo se resume a teste

porque resolvi acreditar, testam a minha certeza
porque resolvi ir em frente, testam meu desapego
porque resolvi dividir, testam minha individualidade
porque resolvi cuidar, testam meus modos
porque resolvi mudar, testam minha paciência...

sexta-feira, 15 de março de 2013




"A Julieta era uma idiota. Porque ela se apaixona por aquele cara que ela sabe que não pode ter. Todo mundo acha isso tão romântico: Romeu e Julieta, amor verdadeiro, que triste. Se Julieta foi burra o bastante para se apaixonar pelo inimigo, beber uma garrafa de veneno e ir repousar num mausoléu, então ela teve o que merecia, e até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz. Você pode desperdiçar sua vida construindo barreiras e fronteiras ou então você pode viver ultrapassando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. E aí vai o que eu sei: se você estiver disposto a se arriscar, a vista do outro lado é espetacular."

(Grey's Anatomy)