sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

“Um dia, perguntei para o psiquiatra: sou bipolar? Ele me disse: de bipolar você não tem nada. Você é sincera e tem sentimentos intensos. E me explicou a origem da palavra sincera, que vem do latim e significa “sem cera”. Antigamente, carpinteiros e escultores usavam cera para disfarçar os defeitinhos de esculturas e móveis de madeira. Então, eles lixavam, passavam verniz e tudo ficava aparentemente perfeito e em ordem. O aspecto das peças era magnífico. Com o passar do tempo, do frio, calor e uso, a cera ia se desmanchando e os defeitos iam ganhando vida. Sinceridade é “sem cera”, ou seja, sem máscaras, sem retoques, sem querer ser o que não é. Achei bonita a explicação dele. E triste. Dói ser “sem cera.” (Clarissa Corrêa)

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

"(...Nesse momento, você só tem duas opções: Ou se ferra ou se fode. Não há saída. Se você desistir, sair correndo, nunca mais telefonar, olhar perfil do facebook, nem chamar no whats e coisa e tal, vai ficar se perguntando O RESTO DA VIDA como poderia ter sido se tivesse arriscado. Se optar por aproveitar cada instante ao lado daquele ser que surgiu de repente e mudou sua percepção das coisas, prepare-se: Você vai amar e sofrer como nunca!

É inevitável. O prazo de validade aumenta o fogo da paixão. Abrevia o que poderia perdurar. Não há tempo para refletir, é preciso descobrir. Mais do que o implacável relógio, o seu corpo pede rapidez. Seu instinto cria uma necessidade de saciar todo o desejo, antes de ficar com fome outra vez.(...) 

(...) Sentimento com prazo de validade é assim, intenso, visceral, dolorido, mas será pra sempre a demonstração mais pura da sua vontade por ser feliz.(...)"

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

"O que eu gosto é desse seu jeito que não me deixa saber o que esperar de você. Da promessa que você não faz e nem precisa fazer. O que eu gosto é desse silencio pra falar de amor, sentimento que você demonstra todo dia. Da sua voz rouca, seu jeito insubmisso e sua maneira de me olhar. O que eu gosto é de medir nossas mãos e sempre rirmos por minha mão ser tão menor que a sua. De te abraçar e querer que o tempo passe devagar. De ver essa sua vontade de estar por perto, mesmo que só pra implicar com meu time e me irritar. Eu gosto é dessa despedida com certeza da sua volta. Desse seu jeito de não saber se cuidar e ainda assim querer cuidar dos que estão ao seu redor. Quando demonstra felicidade por estar comigo, quando me mostra seu lado medroso, esse que ainda tem umas feridas do passado. Quando tenta ser forte por mim, pra me ajudar a olhar pra dor e sorrir. Me faz bem. Depois de chorar por tantas promessas vazias, eu vi em você a beleza da certeza sem palavras. Essa que não precisa de um monte de orações hiperbólicas ou adjetivos bonitos. Eu gosto. É simples. Gosto. Verbo transitivo. O complemento é você."
- A menina e o violão.

domingo, 24 de agosto de 2014

Mulher abusada

"(...) Quando tu tiveres a oportunidade rara de tê-la na cama e na tua vida, seja homem! Porque de tanto conhecer macaco e cachorro, a danada decidiu bater as asas e voar por aí."

Mulher abusada

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

"Tenho a impressão de ter atingido o auge da minha maturidade, mas não tenho espaço físico ou moral pra existir nessa condição. Estou pronta pra largar tudo pra trás todos os dias, mas algo finca meus pés no chão sem aviso prévio." (Verônica Heiss)

segunda-feira, 28 de julho de 2014



me toma pelo impulso, pela emoção, pelo calor, pelo cheiro, pelo suor.
aquele beijo-não-dado que enrijece cada músculo da cintura pra baixo e me faz largar meu corpo nos seus braços, sem razão, sem pensar, sem pudor... a cada toque, cada carinho, cada puxão de cabelo.
ao final aquele "to feliz porque hoje descobri que não te perdi" com olhar de sacana que faz derreter.
eu quero mais, cada vez mais, sem motivo pra ser, sem futuro, assim, descabido e voraz.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

entre o menino birrento que mostra a língua e o cara preocupado, o homem que te derruba ao simples encostar das mãos

sábado, 12 de julho de 2014

tão brega, mas Chitãozinho e Xororó nunca falaram tanto por mim quanto agora 

Tranquei a porta do meu peito
Depois joguei a chave fora
E bem depressa eu mandei 
A solidão embora

E nem dei o primeiro passo
Já dei de cara com você 
Me olhando com aquele jeito 
Que só você tem quando quer me vencer

Dona das minhas vontades
Com a chave da paixão 
Tranqüilamente vai e volta 
Entra e abre a porta do meu coração 

Já sabe o meu ponto fraco
Das minhas manhas e desejos 
Desliza sobre a minha pele
Põe na minha boca o mel dos seus beijos

Como é que eu posso 
Me livrar das garras desse amor gostoso 
O jeito é relaxar e começar
Tudo de novo

Como é que eu posso não querer
Se na verdade eu quero bis 
Rolar com você 
Nem que seja pra brincar de ser feliz

domingo, 6 de julho de 2014

De tando tentar te achar, acabei me perdendo. De tanto tentar descomplicar, acabei complicando ainda mais. De tanto guardar, acabei transbordando. De tanto querer, nada tive. De tanto fazer por nós, acabei fazendo sozinha. De tanto caminhar junto, acabei caminhando sozinha. De tanto pensar, nada fiz. De tanto fazer, pouco pensei. De tanto te amar, deixei de me amar. De tanto olhar pra trás, perdi o caminho á minha frente. De tanto correr, acabei caindo. De tanto cair, aprendi a levantar. De tanto sofrer, aprendi a sorrir. De tanto sorrir, aprendi a não sofrer. De tanto observar, acabei ficando de fora. De tanto sofrer com ele, acabei sofrendo por ele. De tanto fazer tanto por ele, acabei não fazendo nada por mim. De tanto pensar em como poderia ter sido, esqueci de fazer. De tanto correr da dor, acabei encontrando. De tanto ler, muito imaginei. De tanto que imaginei, nada fiz. De tanto que dancei, percebi que não sei. De tanto que não sei, aprendi que, na verdade, muito sei. De tanto ser muito, acabei sendo pouco. De tanto se cansar, parei de tentar. De tanto ter esperança, acabei não tendo nada. De tanto ajudar, não me ajudei. De tanto espernear, nada tive. De tanto jogar, acabei sendo jogada. De tanto ficar, acabei indo. De tanto cantar, acabei sem voz. De tanto escrever, pouco falei. De tanto falar, pouco escrevi. De tanto amar, esqueci que também precisava ser amada. E de tanto “tanto”, acabei nada.

Por Que seja doce
em alguns momentos é preciso se aproximar - única e exclusivamente - de si mesmo.
torna-se indispensável então ter por perto somente quem é capaz facilitar tal aproximação.
o resto, deixa pra trás.





quinta-feira, 3 de julho de 2014

Se prepare para as surpresas que a vida ainda reserva para você! 
Não são todas as coisas que queremos que dão certo, mas eu acredito que o melhor Deus tem guardado para aqueles que o amam. 
Não desanime, comece agora mesmo a tua faxina, enxuga as tuas lágrimas, levante a cabeça e recomece outra vez, e quantas vezes forem necessárias.
Não adianta nada você saber e não fazer, ou você se enganar quando acha que tem certeza.
As vezes é preciso desacelerar, parar um pouco e respirar, do que tropeçar em seus próprios passos.
A luta é contra você mesmo. Se organize e não espere encontrar nos outros o que você está buscando. Você precisa se aceitar e id
entificar quando algo não está fluindo e sendo forçado. Você tem valor. Acalma esse coração agitado! 
Amar demais e sonhar demais não é pecado, o errado é você insistir em algo de olhos vendados. 
Conheça os seus limites e se adapte as mudanças. Você terá muitas curvas ainda em seu caminho, use todas as suas habilidades e não se perca. Não se esqueça de ir até o fim depois de já ter começado. O concluir e chegar lá são melhores do que o retorno. 
(Thaís Fernanda)

sexta-feira, 30 de maio de 2014

"Amy Studt está cantando no meu ouvido sobre os desajustados. Essa canção constumava siginificar muito para mim. Porque sou uma desajustada. Nunca me encaixei em lugar algum e agora... Tenho uma proposta indecente do Rei dos Desajustados para considerar." (Cinquenta Tons de Cinza)

segunda-feira, 19 de maio de 2014


"Ela é sensível e tem um coração maior do que a razão. Ela ainda acredita nas pessoas e vive sendo enganada. Ela deseja, sente, é sincera e acredita que todos também são. Ela se sente cansada, exausta e diferente de todos, pois ela consegue ver o que os demais não conseguem. Ela ainda espera pela grande mudança que sabe que ainda irá acontecer. Ela dorme fazendo planos e acorda cansada ao ver que nada ainda faz sentindo algum. Ela reinicia e tenta quantas vezes for preciso, mas talvez não mais com a mesma agilidade e rapidez que antes. Com os anos ela aprendeu quando é chegada a hora e o momento de reagir ou de recuar. Ela se assusta com certos tipos de pessoas que conseguem falar de sentimentos e ao mesmo tempo serem tão frias e contraditórias. A sua sensibilidade ganhou um amadurecimento, uma evolução e isto a alerta sobre os danos que ela poderá vir a ter. Ela já perdeu pessoas queridas que pensou que nunca iria perder, mas também já ganhou. Ela jé teve em suas mãos e também já perdeu o que muito quis sem querer. Ela já chorou por sentir saudades, mas sabe que também já fez alguém chorar pelo mesmo motivo. Ela briga, brinca, xinga, perdoa, erra, recomeça, cresce, desaba, se refaz, grita e silencia tudo conforme o momento pede. Ela é intensa e gosta de se molhar na chuva, e por ser assim ela vai falar, ela vai fazer, mesmo que não seja o mais certo a se fazer. Ela é daquelas que não escuta ninguém alem do seu próprio coração. Ela tenta não se ferir, mas é inevitável, pois qualquer palavra mal colocada ou mesmo que pequena que seja, será para ela como a palavra definitiva e mais verdadeira absoluta. Ela presta atenção nos detalhes e nada passa por ela por acaso. Ela faz acontecer, pois como ela enxerga alem, provavelmente ela já estava esperando e preparada. Mas como cada um tem um ritmo e não são todos que tem a sua coragem... ela continua caminhando... entendendo muitas coisas e não compreendendo as pessoas, mas nunca deixando de as amar e de acreditar que tudo pode ser melhor."

(Thaís Fernanda)

domingo, 18 de maio de 2014


Arranca metade do meu corpo, do meu coração, dos meus sonhos. Tira um pedaço de mim, qualquer coisa que me desfaça. Me recria, porque eu não suporto mais pertencer a tudo, mas não caber em lugar algum.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Sou pessoa de alma inquieta, em movimento... que não satisfaz com pouco e, quando insatisfeita, se debate até mudar tudo que incomoda.

Andei acomodada, eu sei... andei precisando tanto de sossego e segurança que me agarrei a zona de conforto.

Hoje preciso de barulho... MOVIMENTO!

Inconstante.

O conformismo nunca me coube, a convivência com a insatisfação então, muito menos.

Sou bicho inquieto, preciso de agitação, barulho, corrida e muito grito...

Nunca soube viver com o que não me satisfaz, sempre incomodei muito por não saber ficar quieta.

Andei engolindo tudo e tentando crer que é “só um momento, logo passa”... NÃO É! Não era...

É meu lado barulhento gritando e pedindo socorro, dizendo não caber mais na tal zona de conforto na qual o ensaquei.


Que volte o grito, o barulho, o movimento, a inspiração, o tesão, o surto e venha comigo quem me aguentar.





sexta-feira, 18 de abril de 2014

"Um dia você vai encontrar alguém (...) , alguém que não desista de você por mais que você tente afastá-lo." - suspiro

(Caio F. Abreu)
Talvez seja hora de engolir o choro e limpar esse rosto. 

Dói, eu sei, mas não é pra sempre. 

(Caio F. Abreu)

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

“Ela olhou para mim, e o mundo inteiro desapareceu. Como se houvesse nós dois, como se sempre só fosse haver nós dois. E não precisássemos de magia para isso. Era meio que feliz e triste, tudo ao mesmo tempo. Eu não conseguia ficar perto dela sem sentir coisas, sem sentir tudo.”



domingo, 12 de janeiro de 2014

balanço


2013 passou como um rastro rápido e levou consigo uma porção de coisas que, confesso, não deixam saudade; trouxe muito mais do que levou e, sem sombra de dúvidas, nada sem todo o esforço necessário (que inclusive fez com que eu abandonasse tudo por aqui).
2014 chegou lindo, exigindo muito mais; e é assim que a vida segue, entre esforços e tropeços, trazendo cada mínima recompensa que torna tudo muito maior; que no final eu possa novamente sentar e compartilhar que tudo valeu a pena, que tudo - inclusive eu - está cada vez melhor.